Frozen Soul lança “Invoke War” com participação de Robb Flynn

Single antecipa o álbum No Place of Warmth e aborda batalhas internas ligadas à perda, luto e superação

Foto Katie Lewellyn

O Frozen Soul está de volta com um novo single intitulado “Invoke War”, que se torna ainda mais brutal com a participação de Robb Flynn, do Machine Head.

A banda retorna com a faixa “Invoke War”, reforçada pela colaboração de Robb Flynn. De acordo com o vocalista Chad Green, a música “fala sobre a batalha interna que todos nós precisamos enfrentar ao lidar com perda, luto, culpa e depressão”.

“É sobre se levantar novamente. A ideia é que seja o hino do seu dia, a trilha sonora da sua história, a arma extra que você pode precisar para vencer aquilo que estiver enfrentando. As letras do Robb adicionam uma nova camada de força e emoção à música. Esta é uma continuação de ‘Arsenal of War’, que falava sobre lembrar e carregar a luz e as memórias de alguém querido que você perdeu.”

Ele continua: “Queríamos mostrar que não se trata de uma grande guerra com vários personagens — é a guerra que enfrentamos sozinhos todos os dias dentro de nós. Levamos objetos simbólicos para o clipe, para lembrar dos bons momentos e reforçar que a batalha pode nunca acabar, mas podemos escolher lembrar enquanto seguimos em frente.”

“No final, eu desenterro a adaga do clipe de ‘No Place of Warmth’ do solo ensanguentado — um símbolo de como é difícil lembrar e reviver essas experiências. Essa adaga tem o nome do meu [falecido] irmão Cory gravado no lado oposto à câmera. Fiquei olhando para ela durante toda a cena, pensando no quanto ele acharia isso incrível: eu todo ensanguentado segurando uma adaga.”

O Frozen Soul lançará seu terceiro álbum de estúdio, No Place of Warmth, no dia 8 de maio, via Century Media Records.

As gravações aconteceram ao longo de seis semanas no Random Awesome Studios, em Midland, Michigan, com o produtor Josh Schroeder. Partindo quase do zero, a banda escreveu e refinou as músicas dia e noite, priorizando instinto e energia crua em vez de uma produção excessiva. Green comenta:

“Aproveitamos essa oportunidade para mudar e experimentar coisas novas… e rapidamente encontramos nosso ritmo.”

Fonte: Metal Injection

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