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CINCO BANDAS PAULISTANAS PARA OUVIR EM CASA E MATAR A SAUDADE DAS RUAS:

CINCO  BANDAS  PAULISTANAS  PARA  OUVIR  EM CASA E MATAR A SAUDADE DAS RUAS:

CINCO BANDAS PAULISTANAS PARA OUVIR EM CASA E MATAR A SAUDADE DAS RUAS:

Não acordem a cidade – Inocentes

Lembro do sorriso no rosto e da notória expressão de surpresa de uma amiga de Londres quando me ouviu explicar que a cena de rock da maior metrópole da america latina começou inspirada pelo punk rock inglês. Pra defender o meu ponto, mostrei pra ela o LP “pânico em SP” lançado em 1986… A faixa não acordem a cidade é um grito mais alto que grito dado nas margens do ipiranga.

Verdades e mentiras – Voluntários da Pátria

Eram voluntários da pátria escravos e pobres recrutados a força para os campos da guerra imperial contra o paraguai em 1864. E depois em 1982 eram os voluntários da pátria a primeira banda pós-punk de São Paulo. Uma tiração de onda que durou pouco, resultando num único disco homônimo, os integrantes se tornaram conhecidos anos após por projetos paralelos, como “O ira” com o vocalista Nasi e o baixista Ricardo Gaspa. Verdades e mentiras é um clássico da banda, que rodou o circuito underground de sp nos anos anos 80 do madame satã ao lira paulistana.

Mucha policia, poca diversion – Garotos Podres

Uma das minhas felicidades em tempos de pandemia foi rever o Máo e os garotos podres ressurgindo das brigas burocráticas em cartório. Mucha policia, poca diversion é um hino dos bascos da banda eskorbuto e foi regravada pelos garotos podres em 2020, saca só:

Vivo na cidade – Cólera

Cólera é uma lenda hunanime em todas as regiões do Brasil, lembro de uma pernambucana em Olinda me pagando uma cerveja nas ladeiras quando flagrou minha camiseta do “Pela paz” que desde então, passei a vestir com muito orgulho. Vivo na cidade já foi até abertura do programa “O infiltrado” da tv gazeta, tocado pelo jornalista descolado Fred Mello Paiva.

Terra do carnaval – RDP

Pra finalizar com um clichê maravilhoso, Ratos de Porão e a terra do carnaval, do clássico “Brasil” de 1989, disco atualíssimo com as questões do Brasil de 2021. Inclusive: Alô Rodrigo Maia, essa música é pra você ouvir e fazer careta.

Por: Mateus Lacerda

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