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20ª edição do SPHC FEST

20ª edição do SPHC FEST

[et_pb_section fb_built=”1″ _builder_version=”3.0.47″ custom_padding=”0px|0px|54px|0px”][et_pb_row custom_padding=”27px|0px|0px|0px” _builder_version=”3.0.89″ background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.0.47″ parallax=”off” parallax_method=”on”][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”16px” background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”] Aconteceu nos dias 12 e 13 de Janeiro no Augusta 339, a 20ª edição do SPHC FEST. Neste ano, com dois dias de duração e casa lotada, só tivemos a certeza de que o ‘do it yourself’ está mais vivo do que nunca e que juntos somos mais fortes. Organizado pelos integrantes da banda Questions, o festival já renomado no underground nacional, contou com bandas de diferentes estilos, grupos de rap, cardápio com opções veganas, venda de discos, exposição de fotos e discotecagem durante todo o período. Edição essa que foi marcada pela presença feminina que tanto no palco, quanto na plateia, dominaram o espaço.     [/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row custom_padding=”0px|0px|0px|0px” _builder_version=”3.0.89″ background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”][et_pb_column type=”1_2″ _builder_version=”3.0.47″ parallax=”off” parallax_method=”on”][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”16px” background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”]   [/et_pb_text][/et_pb_column][et_pb_column type=”1_2″ _builder_version=”3.0.47″ parallax=”off” parallax_method=”on”][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”16px”] No primeiro dia, Ratas Rabiosas, Rastilho e Lili Carabina (bandas compostas com mulheres na formação) deixaram seu recado com discursos fortes que dominaram a casa, além do show dos caras do One True Reason que chegaram pra somar na casa lotada durante a tarde de sábado. Uma mistura de punk rock, hardcore e crust se somava à essa edição tão importante para os amantes de uma boa música independente. [/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row _builder_version=”3.0.89″ background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.0.47″ parallax=”off” parallax_method=”on”][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”16px” background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”] Como já esperado e não diferente do primeiro dia, a festa continuou com a casa cheia na tarde de domingo contando as apresentações incríveis das bandas I’am Hell e Justa Vingança que abriram o festival com muita energia e interação com o público. Logo após, a representatividade feminina ficou por conta banda Cosmogonia (formada por mulheres) que sem medo algum, deixou o seu recado. Nesse segundo dia, além das bandas de hardcore, contamos também com as apresentações dos grupos de rap Mente Matéria, Flip/Flow e W-YO que agitaram a casa e trouxe um grande público para somar ainda mais com esse belo festival que já entrou para a história. [/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”16px”][/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row custom_padding=”0px|0px|0px|0px” _builder_version=”3.0.89″ background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”][et_pb_column type=”1_2″ _builder_version=”3.0.47″ parallax=”off” parallax_method=”on”][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”16px” background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”]

[/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”22px”][/et_pb_text][/et_pb_column][et_pb_column type=”1_2″ _builder_version=”3.0.47″ parallax=”off” parallax_method=”on”][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”16px”] Questions, banda formada nos anos 2000 e organizadora deste evento na capital, finalizaram as apresentações dos dois dias fazendo com que o público fosse à loucura. Suas letras enfáticas e carregadas de discurso contra o fascismo, racismo, homofobia e intolerância, fizeram com que a noite fosse fechada com chave de ouro.   [/et_pb_text][/et_pb_column][/et_pb_row][et_pb_row custom_padding=”0px|0px|0px|0px” _builder_version=”3.0.89″ background_size=”initial” background_position=”top_left” background_repeat=”repeat”][et_pb_column type=”4_4″ _builder_version=”3.0.47″ parallax=”off” parallax_method=”on”][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”22px”][/et_pb_text][et_pb_text _builder_version=”3.0.89″ text_font=”||||||||” text_font_size=”13px”]

Texto: Haila Maciel / Fotos: Gustavo Diakov

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